Maceió, 09 de Dezembro de 2015
Depois daquela primeira vez que nossos olhares se cruzaram, eu modifiquei meu caminho para casa e todos os dias ao meio dia passava em frente da casa da filha de Marina, e ela pontualmente estava, ‘por coincidência’, no portão.
Um certo dia, depois de vê-la no portão, cheguei em casa, me enchi de coragem, mas mesmo assim tremia que nem vara verde, peguei o telefone e liguei pra ela e disse-lhe que tinha simpatizado muito com ela e que naquela noite iria visitá-la no portão da casa dela.
Me aprontei e me perfumei e às 7 horas em ponto estava lá, foi quando começamos a namorar e nessa mesma noite tive minha primeira provação: às 9 horas, Leninha, irmã mais nova da minha menina filha de Marina, sai de casa e diz:
_ Lecaaaa, mamãe mandou dizer que tá na hora de entrar!
Eu fiquei muito chateado, porém sabia que aquele foi o primeiro dia de muitos ainda por vir.
Cheguei em casa muito feliz e ao adormecer sonhei com a filha de Marina que agora era a minha namorada Maria.
Maria, minha querida Maria.
Saudades eternas!!!




Minha referência de casamento!
Sim, uma verdadeira história de amor, que não está num filme, e sim em nós descendentes… 😘
Que doçura de amor romântico, pontual na conquista,cavalheirismo,silhuetas sutis…era a Maria, uma menina meiga que formou uma linda família ao lado do seu querido marido,um rapaz espirituoso,elegante..Sr. Fernando…imagino o portão ,tudo começou e um chamado cuidadoso da irmã querida. . .tudo se transformava em flores,filhos, flores…lutas,alegrias,superações, saudades,mas tudo abençoando por Deus…Maria e Fernando,brotaram em todas as estações!!!
Obrigada Cris, por mais um comentário poético!😘