Queridos Leitores,
Hoje, exatamente, faz 4 meses que o Escritos Independentes entrou no ar. Mas não se enganem: tudo começou por volta de outubro do ano passado e, desde então, virou a minha vida de cabeça para baixo!
Segunda-feira, dia 21 de junho, aconteceu aqui no hemisfério norte o solstício de verão. Talvez para vocês aí nos trópicos não faça muita diferença, mas aqui a diferença é muito grande, e quando o verão chega, faz um reboliço danado por aqui!
Todo ano, quando chega essa data, eu lembro de Luiz Gonzaga, que cantava: “Quando chega o verão é um desassossego por dentro do coração…”. Mas o meu desassossego não é por causa de sofrimento de amor ou pela falta dele; é simplesmente porque o calor e os dias longos, cheios de luz, me dão muitas ideias e eu fico meio inquieta, querendo colocar minhas ideias aqui. Afinal, o verão só dura 3 meses, e eu tenho ideias para uns 10 verões em um só.
Em breve, vou introduzir uma nova categoria no site: Convidados Independentes. Ainda não tenho uma data, só muitas ideias para o meu web designer, o Desenrolado Digital, lidar… rsrs. Sem contar que julho é o mês do meu aniversário, então a cabeça ferve de planos!
Por outro lado, tenho investido em alguns equipamentos para criar melhor os meus vídeos — os vídeos onde eu recito minhas poesias e também os meus vídeos me maquiando… melhorando sempre!
Então, para comemorar esses 4 meses do meu site no ar, resolvi que hoje vou recitar o poema que era o preferido do papai. Eu não tenho uma foto específica para ele, só a lembrança de um momento que ficou guardado em mim e no meu coração através desses versos!
Vou deixar vocês com o vídeo de eu recitando!
Até a próxima!
Aída
O Beija-flor arisco,
Vem de fininho,
Do nada aparece,
E da flor rouba um beijinho!
Tão esperto e ligeiro,
Ele traz alegria as flores,
Com seu voar matreiro,
Trazendo sorriso levando dores!
Eu espero esse beija-flor,
Para de novo sorrir,
Pra ele levar minha dor
E de novo o mundo colorir.
Mas ele não aparece mais,
Pois sua flor preferida
Já não suspira seus ‘ais’
E ele não chora a flor perdida…
E eu agora sem flor,
Me sinto meio sem chão,
Pois não sei se é saudade do beija-flor
Ou se esse amor foi em vão…
Sei que ele vai voltar,
E eu vou sorrir de novo,
Por enquanto só posso sonhar
Com a volta do meu beija-flor teimoso!
Ah como eu queria ser uma flor!
E merecer o seu beijar,
Pois eu tenho por ele tanto amor
E fico feliz em saber que o seu voar
Lhe faz Feliz!
Voa beija-flor!
Aída
12/07/16




Voa beija-flor! vai buscar alegria, harmonia, paz e cores…você sempre vai e vem…isso é tudo de bom…vem trazendo a esperança…todos os contornos…voa beija-flor!
Obrigada Cris! Eu sou só somente a poeta… e jamais impediria o beija-flor de voar, porque mesmo sendo poeta eu também gosto de voar! 😘